∫Integrais no ônibus

Divirta-se! Cultura, lazer e comida bons e baratos em São Paulo + tecnologia + internet + o que me der na telha!

Segunda-feira, Fevereiro 13, 2006

Pelo mínimo de respeito

Tem gente que só se mexe quando ameaçam seu bolso. É o caso da Target.com.

A história é a seguinte: a target.com, uma empresa dos EUA que distribui cupons de desconto na internet, tinha um site totalmente fora dos padrões. Ainda tem, mas o grande problema é que o site não permitia que deficientes acessassem, de tão fora de padrão que era.

Dado esses problemas, a US National Federation of the Blind (NFB) (Federação Nacional dos Cegos dos EUA), reclamou, há dez meses, para a target. Ela não moveu uma palha.

Agora, a NFB decidiu entrar com um processo contra a Target, alegando que ela impede deficientes de usarem o seu site e aproveitarem os cupons de desconto. Há alguns anos, um caso parecido, contra a Southwest Airlines, foi rejeitado pela corte.

Mas agora a coisa parece ser diferente. No caso da companhia aérea, era possível comprar sem as imagens, apesar de ser muito mais difícil. Não é o caso da Target.com.

É incrível, mas o site parece feito especialmente para sofrer um processo deses. Os principais problemas são que:

As imagens não tinham texto alternativo, o alt, que serve justamente para que cegos e outros usuários que não podem ver as imagens (como usuários de sistemas em texto) saibam o que a imagem diz.

Não havia nenhuma alternativa para navegar em imagens com mapeamento. Ou seja, não tinha como um cego saber onde estava clicando em uma imagem.

E o pior: os botões só poderiam ser clicados com o mouse. Eles usavam um algoritmo estranhíssimo que exigia o mouse para fazer os clicks.

Da noite para o dia, este último e mais aterrorizador problema, que impedia completamente uma pessoa que não usa mouse de se cadastrar no site, foi corrigido. Depois de quase um ano.

Vamos ver no que vai dar. Quem sabe não abre um precedente e as empresas não se preocupam mais em seguir padrões web?

Achei no site da WebStandards.




Quinta-feira, Janeiro 19, 2006

Eureka!

Eu descobri porque as calcinhas tem lacinhos ou florzinhas na frente.

Para quem não sabe, eu conheço mais de uma garota que arrancam esses lacinhos a tesouradas, tem até site explicando a técnica de tirar os mais bem costurados sem danificar a calcinha.

Ao que meus estudos científicos indicam, as mulheres se confudem sobre o lado certo de colocar a calcinha sem o lacinho. Usam a florzinha para identificar a parte da frente. Ou pelo menos, uma usa.




Quarta-feira, Janeiro 18, 2006

Comparando DVDs

Veja a porcaria que são as versões brasileiras dos DVDs: imagens deformadas, qualidade alterada. Me admira se a dublagem e legendas forem decentes.

Achei no Blog do Cris Dias.




É lógico!

Minha amiga Jussara ganhou uma coluna sobre lógica no site do Luciano Pires!

Ela é uma ótima pessoa, muito inteligente, culta e, principalmente, tem um didatismo invejável. Por isso, vale a pena acompanhar os seus textos, que falam de lógica. Confira!




Quinta-feira, Janeiro 12, 2006

Pior do que Lost..




Quarta-feira, Janeiro 11, 2006

Não sei se repararam

Coloquei ontem, aí do lado, noi Vi e Curti, vários links para propagandas e outros vídeos muito legais encontrados no Google Video.

Mas eu tenho que dar destaque aqui ao Internet is for Porn. O nome diz tudo. Assistam, é de rolar de rir.




Me engana que eu gosto

Bem, o que você faria se fabricasse copiadoras, mas ninguém conhecesse o equipamento por outro nome senão Xerox?

A Creative estava nessa situação: ela queria promover o download de podcasts para serem ouvidos em seus aparelhos. Mas o nome podcasts vem da junção de iPod - o mais vendido MP3 player do mundo, seu maior concorrente - com broadcast, que é algo como transmissão em massa. Para quem não sabe, os podcasts são uma espécie de blog em áudio, programas pessoais gravados em MP3 que as pessoas baixam para ouvir em casa ou nos seus iPods.

O que ela fez? Decidiu usar o termo podcast - se tentasse outro, ia dar com os burros nágua, algo como chamar futebol de podosfera - mas inventou que ele quer dizer outra coisa que não tem nada a ver com iPod: Personal On Demand broadCast (transmissão pessoal sob demanda).

O pior que nem emendar emenda direito.


Insatisfeita com a definição de podcast, a Creative resolveu criar um significado próprio para o acrônimo: Personal On Demand broadCast (transmissão pessoal sob demanda).

O termo, que define arquivos de áudio que podem ser baixados pela internet e ouvidos em MP3 players e computadores, foi eleito a palavra do ano de 2005 pelo Dicionário de Oxford.

Sua origem é a junção do nome iPod (tocador de música digital da Apple) com a palavra de broadcast.

Mas a definição, que remete a um dispositivo concorrente, foi reinventada pela Creative junto com a lançamento do seu portal de conteúdo de áudio e vídeo para download, o ZENcast, que entrou no ar na última semana.

O site www.zencast.com reúne produções profissionais de vídeo e áudio de emissoras como BBC e ESPN, além de arquivos amadores criados pelos internautas.


Deu no IDG Now, o site que nunca admite quando erra.




Terça-feira, Janeiro 10, 2006

Dinheiro público em caixa amigo

Sente só: a Petrobras deu dinheiro para patrocinar a revista panfletária do MST.

Patrocínio oficial em qualquer revista já é algo questionável. Mas no caso de uma revista oficial de um movimento político fortemente partidário, que coloca análises políticas maniqueístas em cada vírgula de sua redação é foda.

Veja a matéria no Globo, :

Anúncio oficial em revista do MST causa polêmicaMaiá Menezes e Ricardo Galhardo

SÃO PAULO E RIO. A Petrobras decidiu investir recursos para divulgar sua imagem junto aos sem-terra. A estatal publicou anúncios nas duas últimas edições da revista “Sem Terra”, do MST. A publicidade foi alvo de críticas do filósofo Denis Lerrer Rosenfield, em artigo publicado ontem no GLOBO. Ontem, a estatal não se pronunciou sobre as críticas ou sobre a decisão de publicar os anúncios. A Petrobras também não informou quanto foi gasto com a propaganda. De acordo com a assessoria de imprensa, a empresa vai comentar o caso somente hoje.

A coordenação nacional do MST divulgou nota defendendo a legitimidade do anúncio, publicado nas edições de setembro/outubro e novembro/dezembro da revista.

“Desde que não desrespeite crenças religiosas, orientações filosóficas ou políticas, todo e qualquer veículo de comunicação pode ser veiculado na sociedade e receber anúncio estatal ou privado. Quem decide o destino das verbas é o próprio governo”, diz um trecho da nota do MST.

O MST afirma ainda, na nota, que o fato de a Petrobras investir recursos para a difusão cultural na revista também é legítimo, já que a “Sem Terra” destina espaço à cultura. A nota classifica a crítica de antidemocrática.

Revista critica política agrária do governo Lula

Denis Rosenfield, professor de Filosofia da Universidade do Rio Grande do Sul, no entanto, sustentou ontem que a revista dos sem-terra não tem qualquer cunho cultural:

— Preocupei-me com um patrocínio dito cultural de uma publicação de caráter marcadamente político e partidário, voltada para o desrespeito ao estado de direito, à economia de mercado e às instituições republicanas. A única reportagem de cultura da revista é sobre a cultura dos violeiros, que, segundo eles, seria uma reação à música country do agronegócio e contra a influência estrangeira. Tudo na revista é permeado pela luta de classe. Lá há elogios ao Evo Morales (presidente da Bolívia) e Hugo Chávez (presidente da Venezuela) — disse o filósofo.

O filósofo lembra ainda que o dinheiro gasto com a propaganda é do contribuinte:

— A revista critica o governo Lula, a quem chama de neoliberal e concentrador. Eles enxergam luta de classe em tudo — afirmou Rosenfield.

Em um artigo publicado na última edição da revista, sobre a reforma agrária, o agronegócio é tratado como um “negócio burguês”. Na nota, o MST critica a política agrícola do governo Lula. E afirma que o fato de receber a verba significa que o governo não norteia seus patrocínios por critérios políticos.

No anúncio, a Petrobras informa que é “a maior patrocinadora de cultura do Brasil”. O título de uma das reportagens, citadas pelo filósofo em seu artigo, é “A única saída para a América Latina é o socialismo”.




Boas novas!

Da Folha:

A partir de maio, quando vence seu contrato, o pagodeiro não deverá mais fazer parte da emissora da Barra Funda. Além da baixa audiência (no último domingo o programa dele deu só três pontos no Ibope), a direção da Record acha que Netinho não tem mais o perfil do canal.


Menos um manipulador de massas na mídia!




Segunda-feira, Janeiro 09, 2006

Troféu bem feito do ano




Umas dicas do Skype.

Acho que não preciso ensinar ninguém a usar o Skype, que é muito parecido com os instant messengers tradicionais (MSN, ICQ, Yahoo...), mas nele tem uns macetes bem interessantes, que alguns não conhecem:

Ligar para números "toll free"

Números gratuitos dos EUA (os toll free, que começam com 1-800), Reino Unido, Polônia e França agora podem ser discados pelo Skype sem pagar nada. Mesmo quem não tem nem nunca teve créditos no Skype pode usar.

Bom para quem quer testar o SkypeOut, treinar outras línguas e até, quem sabe, realmente precisa falar com uma empresa por aquelas bandas.

Adicionar contatos SkypeOut à lista de contatos

Tem duas formas: uma é indo no histórico e clicando no número que quer adicionar com o botão direito. A opção está lá. Outra, que também vale para números realmente novos, nunca discados, é ir no menu "Contatos", "Adicionar contatos" e clicar no link azul.

Ver extrato da conta

Logando no site do Skype, dentro do meny "My account" ou "Minha conta", há a opção de "Lista de chamadas". Essa lista exibeos valores cobrados em cada ligação, e também os números gratuitos discados.

Gerenciando um grupo

Se você tem uma empresa ou a família toda usa skype, ter um grupo pode ser uma boa idéia - principalmente porque um cartão de crédito só pode fazer depósitos em uma conta e vice-versa.

Basta, na seção Store do site do Skype, ir na guia Groups e preencher o cadastro. Depois, adicionar sua família ou funcionários ao grupo. Então, usando o Moneybookers (por enquanto, o único método de se colocar dinheiro em grupos), você compra os créditos, e, conforme a necessidade, distribui o dinheiro entre os membros.

O dinheiro pode ser dividido em partes iguais ou cada um pode receber um valor diferente. Há outros recursos, como alocação automática quando algum membro fica com menos créditos que um valor pré determinado. O administrador também pode controlar o que é feito com esse dinheiro, observando as ligações feitas pelos membros.

Redirecionar chamadas

Você pode redirecionar chamadas do Skype para um telefone da sua preferência, ou mesmo para uma outra conta do Skype. Como o serviço de siga-me.Basta ir em "Ferramentas" -> "Encaminhas chamadas". O redirecionamento funciona quando o Skype está desligado.

Paga-se o preço de uma ligação do Skype para o telefone para o qual foi redirecionado. O serviço é gratuito ao se redirecionar para outro número do Skype.

Além do óbvio, eu também recomendo para quem tem duas contas no skype, uma pessoal e outra no trabalho (o que pode ser conveniente se uma das contas está associada a um grupo, como numa empresa). Assim, você pode redirecionar as chamadas da a sua conta pessoal para a profissional ou vice versa.

Mais uns detalhes

Na janela Opções (dentro de Preferências), há uma guia, a "Avançadas", com alguns recursos bem legais que vem desabilitados. Para mim, o mais importante é o "Pausar o Winamp ao receber uma chamada". Mas há outros que podem ser interessantes para você, vale a pena conferir.




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