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Quinta-feira, Outubro 06, 2005
Prêmio igNobel
Saiu hoje o prêmio igNobel. Um trocadilho infame com o prêmio Nobel, é dado às pesquisas mais estúpidas realizadas. Segue aqui a lista de acordo com o blog Ciência em Dia: James Watson ganhou o seu, na categoria História Agrícola, com o estudo "A significância das calças explosivas do Sr. Richard Buckley: Reflexões sobre um aspecto da mudança tecnológica nos laticínios da Nova Zelândia entre as Guerras Mundiais".
FÍSICA John Mainstone e Thomas Parnell (falecido), da University of Queensland, Austrália, por conduzir pacientemente um experimento em que uma pelota de piche demorou nove anos para "pingar" de um funil.
MEDICINA Gregg A. Miller, de Oak Grove, Missouri, pela invenção dos "Neutículos", testículos artificiais para cachorros.
LITERATURA Aos empreendedores da internet na Nigéria, por criar e distribuir por e-mail uma ousada série de contos com personagens como General Sani Abacha, Mrs. Mariam Sanni Abacha, Barrister Jon A Mbeki Esq. e outros.
PAZ Claire Rind e Peter Simmons, da Newcastle University, Reino Unido, por monitorar a atividade elétrica de neurônios de gafanhotos enquanto assistiam trechos selecionados de "Guerra nas Estrelas" (os gafanhotos, claro, não os pesquisadores).
ECONOMIA Gauri Nanda, do MIT, por inventar um despertador que foge e se esconde para garantir que o dono vai mesmo sair da cama.
QUÍMICA Edward Cussler e Brian Gettelfinger, da University of Minnesota, por testar experimentalmente a velha questão: as pessoas nadam mais rápido em água ou em xarope?
BIOLOGIA Benjamin Smith, Craig Williams, Michael Tyler e Yoji Hayasaka, da Austrália, por catalogar odores peculiares de 131 espécies de rãs quando estressadas.
NUTRIÇÃO Yoshiro Nakamats, do Japão, por fotografar e analisar cada refeição que consumiu durante 34 anos.
DINÂMICA DE FLUIDOS Victor Benno Meyer-Rochow, Alemanha, e Jozsef Gal, Hungria, por calcular a pressão acumulada dentro de um pingüim no relatório "Pressões produzidas quando pingüins evacuam - Cálculos sobre defecação aviana". E o legal é que o trocadilho é melhor em português (ignóbil) do que no inlgês (ignoble).
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